sábado, 21 de março de 2015

Volta ao Mundo Jul/14 - Malásia - Langkawi e George Town


Pesquisamos alguns preços do ferry de Koh Lipe para Langkawi na Malásia. Os preços não variam muito nas agências, mais podem variar nas recepções dos hoteís. Assim, fechamos com uma agência por 25 dólares por pessoa. Só existem dois horários diários de partida pela Satun Pakbara: às 10:30 e 16:30. Como queríamos aproveitar o máximo as praias, optamos pelo segundo horário. Às 14:00 disseram para irmos perto dessa agência, que fica perto da imigração Tailandesa, para levarmos os passaporte e deixarmos as bagagens. Depois de deixarmos os itens, fomos tomar algo refrescante num café, pois estava muito calor e tínhamos que esperar 2 horas até a partida. A viagem de ferry foi rápida, e depois de 1,5 hora estávamos chegando na ilha de Langkawi, já em território Malaio. Descemos do ferry e fomos direcionados para a imigração, a qual foi super eficiente, não tomando mais do que 10 minutos. Na saída da imigração já havia vários taxitas oferencendo seus serviços. Jà tínhamos pesquisado e sabíamos que o preço era meio tabelado e que não poderia fugir muito de 25 ringgits pelo taxi com capacidade para 3 pessoas. Nós não estávamos muito a fim de ficar negociando com vários taxistas e fechamos 15 ringgits (4 dólares) cada para irmos de van até o hotel.

Ferry de Koh Lipe (Tailândia) para Langkawi (Malásia)

Desembarcando em Langkawi
Nossa primeira ideia era ficar 2 dias em Langkawi, mas não encontramos uma acomodação por um preço bom, pois 95% dos hotéis já estavam cheios de acordo com o Booking.com. Assim, resolvemos apenas passar 1 dia em Langkawi e tentar passear no famoso cable car da ilha. Contudo, ao conhecermos os horários de ferry boat para George Town, cidade que fica na ilha de Penang, percebemos que iríamos correr o risco de perder o último ferry do dia, caso fôssemos passear de cable car. Então, desistimos disso e o jeito foi andar pelos arredores do hotel.



Praia de Langkawi repleta de jet skis

Alguns veículos são autorizados a andar na praia.
Reparem no avião... 

Avenida principal

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Aquário da cidade
No dia seguinte, chamamos um taxi (pagamos 8,5 dólares) e fomos até o porto de onde parte o ferry para Penang. Achamos que não há oura opção para turistas com bagagens chegarem até lá, pois não vimos transporte público na ilha e a distância era razoável, cerca de 20 km. Pegamos o ferry, e depois de 3 horas, estávamos desembarcando no porto de George Town na ilha Penang. Depois andamos cerca de 800 metros até o nosso hostel que foi escolhido estrategicamente pela posição e pelo preço.
Ficamos 1,5 dia na cidade e a adoramos. O único ponto negativo foi o calor de 34 graus Celsius combinado com a umidade. Fez lembrar-me da minha cidade Natal do interior chamada Registro. A população Malaia é multicultural, pois historicamente teve influências da Índia, China, Oriente Médio, Portugal, Holanda e Inglaterra. Passeando pela cidade, você claramente nota essa diversidade, pois vimos malaios nativos, descendentes de indianos, muçulmanos e chineses.
Para explorar alguns pontos turísticos da cidade, resolvemos fazer uma rota à pé sugerida pelo guia da Lonely Planet passando pelos principais pontos próximos do centro da cidade.

Rua do hotel com arquitetura típica

Cathedral of the Adsumption


Homem pescando tranquilamente


City Hall

Town Hall

Forte usado construído pelos ingleses em 1700

Queen Victoria Memorial Tower



Templo budista

Uma mesquita típica
George Town é famosa pelos grafites e outras artes feitos nas ruas



Nem tudo são flores! Lavando as roupas de 1 semana.
Little India - bairro de Indianos com comércio de roupas, acessórios e comidas típicas

Outra rua da Little India
Obviamente que não poderíamos deixar de matar as saudades da culinária indiana. Este é o Restoran Kapitan com seus deliciosos pratos: Chicken tikka masala e Tandoori cheese naan set.  A comida estava excelente, muito próxima das originais que provamos na Índia. Gostamos tanto que voltamos mais um vez para provar o butter chicken e outro Tandoori set.
Estamos rumando para Kuala Lumpur e depois Malaca, antes de chegarmos em Singapura.


terça-feira, 17 de março de 2015

Volta ao Mundo Jul/14 - Tailândia - Praias - Koh Lipe

Fechamos um pacote ferry boat + rodoviário + speed boat por cerca de 30 dólares para ir de Koh Lanta para Koh Lipe. Começamos pegando um ônibus de Koh Lanta que passa pelas mesmas duas balsas que passamos pela vinda, percorremos um trecho rodoviário até Pakbara. Chegamos às 13:00 no porto onde embarcaríamos às 13:30 no speed boat com destino à Koh Lipe. Quando chegamos no porto, uma senhora da agência distribuiu as senhas do speed boat. E adivinhem! Ela me deu a senha para o speed boat das 15:30, mas não dava para saber disso só olhando a ficha. Fomos saber disso quando tentamos embarcar no boat das 13:30 e um funcionário nos avisou que a nossa senha era para o próximo. Daí quando voltei na agência para falar com ela, e a espertinha sumiu. Nesse tempo de espera, ficamos nos bancos do pier de onde partiria o barco e fazemos um lanchinho, pois não havíamos almoçado ainda. Uma dica para quem for fazer esse nosso percurso e precisar economizar é comprar guloseimas em Pakbara, pois na ilha, os preços sofrem um aumento de 10% a 80%. Claro que se você for ficar somente 1 ou 2 dias, essa diferença não fará tanta falta, mas em se tratando de mais do que 3, o valor já pesa um pouco mais. Dito isso, saímos no horário definido e chegamos em Koh Lipe em 1,5 hora numa plataforma flutuante, bem próximo à praia de Pataya. Desembarcando lá, tivemos que pagar cerca de 70 bahts para os barcos longtail nos deixarem na praia de Pataya. De lá é muito fácil encontrar sua acomodação, pois a maioria fica perto da Walking Street que começa nessa praia.

Nosso speed boar esperando por nós no pier em Pakbara 

Chegada em grande estilo na praia de Pataya na ilha Lipe (Koh Lipe). O detalhe é que minha mochila diminuiu, pois despachamos alguns itens para o Brasil

A Cá no portal de boas vindas da Walking streeet em Pataya
Pôr do sol em Pataya



Walking street e nosso Hotel
A walking street é a principal rua da ilha. Charmosa e repleta de lojas, restaurantes, cafés, agências de turismo e acomodações. Na ilha não existem carros e somente algumas motos. Então, você pode andar tranquilamente pela rua.


O show de luzes da walking street à noite


Espetos de carne bovina, frango e peixe sendo vendidos

Típico comércio de sucos e mango sticky rice

A simpática e frenética senhora "Yoohoo" que vende roti (panquecas tradicionais Tailandesas). Claro que compramos várias panquecas com ela nos dias em que ficamos na ilha. O veredicto foi que as panquecas são boas, mas um pouco oleosas demais para o nosso paladar.

Espetinho diversos e milho assado na brasa.

O nosso hotel Gecko Lipe Resort era simples, mais muito limpo e com um charme rústico. Pagamos cerca de 40 dólares pela diária.



A entrada do nosso bungalow

Almofadas e cadeiras estilosas

Apesar de existirem passeios para as ilhas próximas, resolvemos aproveitar as praias da ilha nos 4 dias em que ficamos nela. E sabem de uma coisa? Foram as praias mais bonitas que vi na vida! A Cá, que conhece inúmeras praias do nordeste, vota por um empate técnico entre as praias de Fernando de Noronha e as de Koh Lipe. Basicamente, visitamos a Pataya que foi a praia onde desembarcamos, sunset beach and sunrise beach.


Sunset Beach

Esta praia tem uma extensão razoável e gostamos mais da tranquilidade e do visual da parte mais para o sul da ilha.

Esta parte é mais para o norte, onde muitos longtails desembarcam turistas

Uma área, delimitada por bóias, é reservada para os banhistas como mostra a foto acima 

A Cá descansando debaixo de uma sombrinha... Só faltou uma água de côco.

Esta é a parte quase no extremo sul da praia de que gostamos

Apenas alguns longtails ancorados e pouquíssimos turistas






É o paraíso ou não?
Só para provar que a água é mesmo transparente

Sunrise Beach
Já esta praia é pequena e tem menos turistas ainda do que o Sunset Beach. Outra maravilha!

Poucos longtails também

Um lugar sensacional para fazer snorkeling é próximo dessas pedras

Dá para perceber que a água é tão transparente quanto a da outra praia, né?






Depois desses dias maravilhosas nas praias de Koh Lanta e Koh Lipe, nos despedimos finalmente da inesquecível Tailândia. As praias do Brasil são maravilhosas, mas tenho que admitir que arranjamos uma concorrente muito difícil de ser vencida. E a viagem tem que continuar... Depois de alguns dias de reflexão sobre a viagem e o saldo do nosso caixa, decidimos descer até a Malásia e Singapura (ou Cingapura),  indo em seguida passar um  pouco de frio no leste europeu.